História de inovações
Processos de suprimentos, logística e financeiro totalmente integrados

Entre 1991 e 1992, os profissionais fundadores da Token (fundada em 1993), então gerenciando projetos EDI na Philips do Brasil, e com a participação de todo um grupo de aplicações e de negócios, efetivaram o primeiro case de integração eletrônica seguindo padrões internacionais, envolvendo toda uma cadeia produtiva (fornecedor, transportador, armazenamento/centro de distribuição, comprador, tesouria e banco), e a condição multicanal (aberto a vários canais de comunicação de dados), utilizando ferramentas e recursos internos para tradução, tratamento e integração de mensagens com as aplicações.

Para a Philips, em 1991 (quando se iniciou o projeto), as expectativas de que os grandes clientes - já iniciando EDI, passassem a exigir respostas mais rápidas no processo de abastecimentos (um processo de frente), exigia uma preparação buscando maior eficácia e sintonia dos processos de planejamento, compras, logística/suprimentos, de entradas e expedições de centros de produção, e de pagamentos: um projeto estratégico para adiantar vantagens competitivas, usufruindo de toda uma base uniformizada de informações de materiais e recursos produtivos integrando os diversos processos.

Além de fornecedor, transportador e operador logístico, no cenário do projeto foi envolvido também o Unibanco, onde foi realizado um projeto paralelo também de grande porte, e que se tornou um case de processamento transacional de contas a pagar e cobrança, acoplado a mensagens EDI .

Coincidindo com uma época onde se iniciavam propostas de reengenharia de processos, foram implementados requisitos de "time-compression": as mensagens de avisos de expedição (relacionadas a emissões de notas fiscais) eram enviadas a pontos de controle de recebimento de materiais (armazéns e centros de produção) e , enquanto o fluxo físico e de inspeção de qualidade estava em andamento, elas seguiam uma rota paralela de processamento pelo sistema de tesouraria, apoiando o planejamento de fluxo de caixa.

O processo colaborativo foi também introduzido, através do repasse de informações de previsões de necessidades de materiais a fornecedores, para os próximos 12 meses, com estimativas mais concretas de entregas a serem efetuadas em 30, 60 e 90 dias. Neste processo, foi também envolvida a transportadora, a fim de que pudesse operar com melhores previsões, e racionalizar (com redução de ociosidades de no mínimo 20%) a alocação de veículos para despacho de peças produzidas (cargas fechadas) pelo fornecedor.

Empresa
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